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O Amor Não Morre

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de Cláudio Ramos

REF: 9789895706211 Categorias: ,

Descrição

Esperarei.
Até ao dia em que digas para te esquecer.

Um grande amor pode tornar-se pequeno ou ser pequeno de raiz, porque os amores não são iguais, mas achar que um pequeno amor é melhor que amor nenhum é um erro. Cria espaço para a fragilidade excessiva, que pode dar lugar ao abuso e à agressão.

O amor, independentemente do seu tamanho, tem de ser amor ainda que tenha arestas, e pode nascer numa aplicação de encontros, numa corrida de táxi, no balcão de uma taberna e, sem preconceito, ser igual ao amor que se encontra numa biblioteca ou nas sombras de uma festa de sábado à noite.

À noite, quando se fica sozinho, é quando há mais tempo e espaço para se pensar no que serão os dias que se seguem, porque de repente o amor que era grande saiu a correr para um sítio qualquer, deixando um lugar frio e vazio.

Foi-se embora sem bater com a porta, deixando-a encostada. Nesse espaço entreaberto passaram a viver a esperança de que volte e o medo de que a porta se feche de vez.

Entre estas dúvidas nasce a pergunta: esperar ou esquecer

Informação adicional

Peso 0.450 kg
Dimensões (C x L x A) 15 × 2 × 23 cm

Esperarei.
Até ao dia em que digas para te esquecer.

Um grande amor pode tornar-se pequeno ou ser pequeno de raiz, porque os amores não são iguais, mas achar que um pequeno amor é melhor que amor nenhum é um erro. Cria espaço para a fragilidade excessiva, que pode dar lugar ao abuso e à agressão.

O amor, independentemente do seu tamanho, tem de ser amor ainda que tenha arestas, e pode nascer numa aplicação de encontros, numa corrida de táxi, no balcão de uma taberna e, sem preconceito, ser igual ao amor que se encontra numa biblioteca ou nas sombras de uma festa de sábado à noite.

À noite, quando se fica sozinho, é quando há mais tempo e espaço para se pensar no que serão os dias que se seguem, porque de repente o amor que era grande saiu a correr para um sítio qualquer, deixando um lugar frio e vazio.

Foi-se embora sem bater com a porta, deixando-a encostada. Nesse espaço entreaberto passaram a viver a esperança de que volte e o medo de que a porta se feche de vez.

Entre estas dúvidas nasce a pergunta: esperar ou esquecer

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